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Em 1868 que seria criado o primeiro clube melhor estruturado do turfe fluminense e nacional, o Jockey Clube. Uma vez mais estiveram envolvidos na fundação personagens importantes da economia e da política nacional, reunidos na antiga sede do Museu Nacional, prédio onde hoje se encontra o Arquivo Nacional, na sala da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional. Resolveu-se que as atividades seriam promovidas no antigo Prado Fluminense, que seria reformado e reformulado. O Jockey Clube conseguiu que o turfe fosse reconhecido pelas elites, pelo seu ar aristocrático, bem como pela população, cada vez mais ávida por diversão, notadamente nos anos 1870, período que marca o início de uma grande popularidade da modalidade, um de seus momentos áureos.

O maior comparecimento do público foi um dos responsáveis por equacionar financeiramente os eventos de turfe, junto com a concessão de maior apoio por parte de órgãos governamentais, tanto por contatos pessoais quanto por uma compreensão de que o esporte seria útil simbolicamente para um país que progressivamente se pretendia moderno. O Jockey Clube foi pioneiro na centralização das apostas, com a criação, em 1872, das primeiras casas que vendiam as “poules”, bilhetes adquiridos pelos apostadores. Isso modificou bastante a dinâmica das corridas de cavalos.

O frenesi se tornou ainda maior, aumentava a emoção e o entusiasmo ao redor das provas, embaladas pelo sonho de que alguns poderiam enriquecer. Cada vez se mais apostava, e o clube daí extraia lucros, o que tornou possível até mesmo pagar as dívidas com a aquisição do Prado Fluminense. Logo, para acolher o número de interessados, se ampliou o hipódromo, além de se construir uma nova sede social no centro da cidade. (Ver Derby Clube).

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R. Bérgamo, 320 - Rocha, Rio de Janeiro - RJ, 20911-170

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-22.8945343, -43.2467109

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